Magistério e a Teologia Moral
Existe uma moral que
se manifesta em minha vida de um modo diferente. Por exemplo, a castidade é
entendida e um jeito para os padres e de outro jeito para os casados, são
formas diferentes de compreensão, más é apenas uma moral, não é subjetivo.
Magistério:
Interpreta a palavra
de Deus escrita ou transmitida.
A função do
Magistério é de anunciar e interpretar. Além de interpretar ele executa, nos
fazendo acreditar como sendo conteúdo que ele nos revela.
Função Ministerial (de serviço) e carismática
Graça de estado -
para cada papel que somos chamados a desenvolver tem uma graça particular para
desenvolver esse chamado, esse papel.
É um serviço, os
diversos papeis da Igreja são serviços que devem ser desenvolvidas dentro da
Igreja.
Existem verdades
reveladas pelo próprio Cristo, e verdades reveladas que já eram praticadas
desde o princípio da Igreja com os primeiros cristãos.
O que é natural não
foi revelado por Deus, e existem verdades naturais, que se bem interpretadas
acabam sendo verdades reveladas.
Primariamente o
magistério tem que se manifestar nas verdades reveladas, mas ele tem que falar
em algumas situações que devem ser manifestadas.
Todas as normas
morais são coligadas e negando alguma, necessariamente se negam as outras
É necessário tomar
cuidado com o proporcionalísmo - onde a moral depende do efeito da causa, ou
seja, se um homem morre, o mal moral depende do efeito da morte. Porém, o mal é
sempre mal, independente do efeito.
Formas ordinárias:
encíclica, constituições, cartas, exortações, etc.
Formas
extraordinárias (ex cátedra): dogmas, canonização, concílio.
A fé vai criando o
modo definitivo quando aquilo vai sendo pregado na Igreja. Existem verdades que
são reveladas direta e indiretamente.
Existem coisas
que não precisam dizer que são verdades
de fé porque estão na lei natural, e outras por prudência.
Existem verdades
reveladas que conduzem o comportamento humano.
O fato do magistério
ser infalível, não significa que eu só obedeço quando o magistério fala ex
cátedra.
A infabilidade serve
apenas quando são questões muito polêmica que seja necessário declarar verdade
de fé.
O teólogo é chamado
a meditar, aprofundar e analisar, mas nos leva a uma reflexão, e deve-se ter
uma responsabilidade da reflexão teológica.
Aquilo que é verdade
de fé, o teólogo deve refletir e adaptar à realidade, de forma que não
contraponha o pensamento da Igreja. Pois, quando se fala em nome da Igreja, não
se coloca sua opinião.
Liberdade Humana
Quem não é livre não
é responsável pelos seus atos.
A liberdade é a primeira condição do agir ético.
Existência da liberdade
Um dos efeitos do
desenvolvimento das ciências modernas é querer amenizar a verdade, negando a
liberdade, onde num contexto atual se exata a liberdade.
O pecado enfraquece
nossa liberdade, mas não anula, pois, o homem é sempre livre, para escolher o
bem ou o mal.
A liberdade é a
opção que o homem tem de se autodeterminar.
CIC -A liberdade
precisa buscar a bem-aventurança. A liberdade tem o compromisso com a verdade.
Limite da liberdade
Não escolho o lugar
em que vou nasci, não escolho meus pais.
Faz parte do homem a
limitação, pois somos finitos.
Por cauda da
natureza, pelas circunstâncias, isso nos limita, pois não escolhemos. Isso não
quer dizer que não somos livres, só nos condiciona a essas características.
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